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terça-feira, 29 de julho de 2008

Deuses Egipcios - Harpócrates



Harpócrates Criança nua com dedo na boca, madeixa de cabelo lateral: membro da enéade de Heliópolis; filho de Osíris e Ísis.
Harpócrates era um deus da mitologia egípcia que encarnava o deus Hórus enquanto criança. O seu nome egípcio era Horpakhered ("Horus Menino" ou "Hórus Criança"), sendo Harpócrates a forma helenizada do seu nome.
Era filho de
Osíris e de Ísis. Foi concebido postumamente, uma vez que o seu pai já tinha falecido. A concepção foi possível graças ao recurso por parte de Ísis à magia. Teve que ser escondido pela sua mãe nos pântanos do Delta para protegê-lo do seu tio, o Seth, que tinha sido o líder do plano que conduziu ao morte de Osíris.
O deus alcançou bastante popularidade durante a Época Baixa. Durante a era ptolemaica foi visto como o filho de
Serápis e de Ísis.
Era representado como um menino nu, usando na cabeça a coroa dupla (coroa que era o resultado da junção da coroa do
Alto Egipto e da coroa do Baixo Egipto) ou a coroa hemhem (coroa que correspondia a três coroas atef juntas). Tinha a característica trança lateral das crianças egípcias, que em alguns casos saía da coroa e encontrava-se presa na orelha. Poderia também ser representado como posicionado em cima de dois crocodilos, segurando nas mãos animais venenosos (como serpentes ou escorpiões), tendo sobre a cabeça uma imagem do deus protector da infância, Bes. Esta forma, designada como "Hórus sobre os crocodilos", era frequente em estelas com objectivos curativos. Os egípcios acreditavam que a água que tinha sido passada sobre este tipo de estelas adquiria propriedades curativas, sendo administrada a vítimas de picadas de animais venenosos. Identificado com o deus sol, poderia ser representado a emergir de um lótus. Surgia também a ser amamentado por Ísis ou Hathor.
Devido ao facto de ser representado com o dedo na boca, gregos e romanos consideraram, incorrectamente, tratar-se do deus do silêncio e do discernimento.

Deuses Egipcios - Hator



Hator
Hator Hator é uma das deusas mais veneradas do Egito, é a deusa das mulheres, dos céus e da necrópole de Tebas. Ela também era venerada pois trazia a felicidade e era chamada de "dama da embriaguez" e muito celebrada em festas.É representada como uma mulher com chifres de vaca e um disco solar sobre sua cabeça, ela também pode ser representada com a forma de vaca ou simplesmente com a cara de uma vaca.

Hator: Hator é, junto a Isis, a mais venerada das deuses. Distribuidora de alegria, é a "dama da embriaguez" em honra de quem bebe vinho e toca música. Também é a protetora da necrópole de Tebas que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos.
É adorada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, de apenas uma mulher com cabeça de vaca ou simplesmente uma vaca. Um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas, às vezes basta para envocá-la.

Amor... Rutilante véu de estrelas que veste de luz o corpo de pérolas negras da noite da humanidade... Rosa de fogo, orvalhada por uma poesia em chamas, despontando nos jardins do horizonte, para almas vagantes inebriar com o perfume de um imortal Sol de felicidade... Cálice de sonhos e feitiços derramado sobre os corações dos Antigos Egípcios pela sensual Háthor, soberana de um éden de felicidade perene, em cujo esplendor brotava o cobiçado fruto do amor, nascia a maviosa nascente da música, em cujas águas vogava a sensualidade das danças, desabrochavam as orquídeas selvagens do erotismo e brincava a doce brisa da alegria. Sua alma, cosmos de amores constelados, renovava-se nos semblantes de todas as apaixonadas que devotadamente a inundavam de preces ardentes, na esperança de escravizarem o coração dos seus amados..."

Deuses Egipcios - Maât

Maât


Maât, a ordem do Cosmos: Era a Deusa da justiça, frágil e delicada, mas poderosa em sua aparência. Tinha como símbolo e coroa uma pena geratriz, com a qual orientava a conduta dos homens. Filha de Rá, ficava atrás de seu pai na barca nas horas sombrias. Era símbolo do equilíbrio e da harmonia universal,a qual mesmo o faraó devia obedecer, e sua presença pedia a prática da verdade e da retidão. Tinha outro papel: o de ser contrapeso ao coração do morto, no prato direito da balança de Thot no tribunal Osiriano. Caso o coração do morto fosse mais pesado que a pena da justiça, era condenado á segunda morte, nas mãos de Ammut. Era venerada em todo o Egito, não pertencendo a nenhuma família divian em especial, mesmo sendo filha de Rá.


Maat é a personificação da Verdade, da Justiça e da Harmonia Universal. Ela é a potência, o princípio metafísico, que mantém o mundo na sua regrada continuidade. O Cosmos, a Natureza, e a Sociedade, no fundo, a Ordem Universal, só se mantêm de forma duradoura exatamente pelo seu atento zelo.
Representada como uma mulher, de pé, sentada ou com um dos joelhos em terra, apresenta, fixada em uma fita da sua cabeleira, uma pluma de avestruz, que é o seu principal signo identificador. Em muitas representações, a simples figuração da pluma simboliza a sua presença e atuação.

É irmã de Rá, o Deus-Sol e esposa de Thoth, o escriba dos deuses com cabeça de ibis.
Maat é equivalente à Têmis grega e, como esta, é explicitamente a representação divina da lei e da ordem cósmicas naturais. Como ordem cósmica, Maat é o alimento do Deus-Sol Rá; é também "o olho de Rá" e o Ka de Rá. Segundo as crenças egípcias, o corpo do homem se compunha de dois elementos espirituais, o Ba, similar a alam e o Ka, uma espécie de réplica do corpo. A morte representava a separação do elemento corporal dos espirituais. Entretanto, Ka não poderia sobreviver sem a presença do corpo, foi daí que se desenvolveram técnicas precisas de conservação, conhecidas com embalsamento. O processo de mumificação tinha como objetivo a manutenção do corpo para própria existência de Ka.
Maat é a Senhora do Céu, Rainha da Terra e amante do Mundo Inferior. O grande inimigo de Maat era Seth, a versão egípcia do Ares grego, Deus da desordem crassa, da injustiça e da ambição.

Deuses Egipcios - Bés


Bés era o deus da família e das mulheres grávidas, protegia as pessoas do mau olhado e dos espíritos ruins, sendo muito adorado pelo povo e em muitas casas onde iria acontecer um parto se via sua figura desenhada sobre a cama da mulher grávida.Era representado como um anão com rosto em forma de máscara e muitas vezes com coroas de penas e juba de leão.

Deuses Egipcios - Bastet / SEKHMET

Bastet



Bastet era a deusa da guerra, tinha uma profunda relação com a deusa Mut e com Sekhmet.Era representada como uma mulher com cabeça de gato ou cabeça de leoa. Os gatos no antigo Egito tinham um significado muito importante, sendo idolatrados como deuses, e a deusa Bastet é uma mostra desse fascínio que os gatos exerciam nos povos do Antigo Egito.



BASTET, a deusa gata. Protetora dos gatos, das mulheres, da maternidade, da cura. Era guardiã das casas e feroz defensora dos seus filhos, representando o amor maternal. Tem grande ligação com a Lua.
Representada com uma ninhada de gatinhos a seus pés, simbolizando a Fertilidade.
O Templo de Bastet, era em Bubastis (cidade do Delta do Nilo), cujo nome em egípcio "Per-Bast" (significa "a casa de Bastet"), mantinha gatos sagrados que eram embalsamados em grandes cerimônias quando morriam, porque eram considerados como encarnação da deusa.
Bastet, Bast, Ubasti, Ba-en-Aset ou Ailuros (palavra grega para "gatos").
Esposa de Ptah, com quem foi mãe de Nefertum e Mihos.
Bastet, é representada como uma gata preta, com um brinco e um colar ou uma mulher com cabeça de gato segurando um sistro, instrumento musical sagrado.
Os antigos egípcios representavam os seus deuses com aspecto humanos e com cabeça de animal. Cada deus tem seu animal sagrado associado e digno de adoração, como se fosse a própria divindade. E tal como os humanos os animais eram também mumificados para assim poderem ser preservados no além.



Bastet quando agressiva se transforma na deusa de cabeça de leoa SEKHMET, representada com corpo de mulher e segurando um sistrum. Tem ligação com a Luz Solar.
Os egípcios tiveram difículdades para dissociar estas duas divindades e dizem que Bastet e Sekhmet são uma única pessoa com personalidades e características diferentes.
Bastet é amável e sossegada e Sekhmet é guerreira implacável, deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias.Sua juba era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha cor de sangue, seu rosto brilhava como o sol, o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria. Era adorada na cidade de Mênfis.
Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. Sekhmet executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana. O que acabou originando a deusa Bastet.
Bastet foi uma das divindades mais veneradas no Antigo Egito. Nas festas dedicadas a Bastet, as ruas enchiam-se de música, de dança, brincadeiras, com muita comida, muitos doces, mel e vinho.
Hoje é tradicionalmente consagrada no dia 15 de abril.
O gato doméstico foi trazido para o Egito por volta do ano 2.100 a.c., é considerado um ser divino, ao ponto que quando um deles morriam de morte natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal de luto.
O símbolo do GATO PRETO era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.
Os gatos eram tão sagrados no antigo Egito, que quem matasse um gato era condenado à pena de morte.

ALTAR PARA BASTET
Bastet protetora dos lares e da família.
Faça um altar dentro de casa e coloque uma imagem da deusa Bastet e em volta coloque fotos de seus gatos e de sua família (também de seus outros bichinhos de estimação), podendo sempre que quiser acender uma vela de cor verde. Peça sempre a proteção e o amor maternal de Bastet, porque ela pode se transformar em ferocidade quando algum de seus filhos é atacado.

Sekhmet

Sekhmet é uma deusa egípcia representada como uma leoa que traz o disco solar sobre a cabeça sustentado pela serpente uraeus.
Alguns a relacionam com o Olho de Rá que vigia os campos de trigo. Conta a lenda que Rá havia se decepcionado com a humanidade (lenda provavelmente influenciada pela tradiçao judaico-cristã) e criado Sekhmet para que devorasse os homens que haviam se desviado dos princípios divinos. Entretanto, Sekhmet não se detém neste detalhe e decide devorar toda a humanidade. Como solução para o caso,
Thoth a embebeda com vinho, pois a enfeitiça fazendo com que ela pense de tratar de sangue. Nisto, a deusa adormece e acorda como uma dócil gatinha.
Esta lenda procura alegoricamente explicar o duplo aspecto da força criadora, sendo a fertilidade, a maternidade, representados pela gata e o fogo que destrói para transmutar é representado pela leoa. Não há consenso entre os egiptólogos sobre o Sekhmet e Baset serem dois aspectos de uma mesma força, entretanto há estudiosos do assunto que defendem a opinião de que toda a enéade é na realidade emanações de uma força única, ramificando-se em vários aspectos.
De Sekhmet também vêm o sekem que de acordo com a magia egípicia, é o nome que o iniciador dá ao discipulo no momento da consagração ritual através de um óculo (beijo).























Deuses Egípcios - Atum

Atum Em Heliópolis,
Atum era considerado o rei de todos os deuses, aquele que criou o universo.
Era representado como um rei, ou menos freqüentemente como uma serpente usando as duas coroas do alto e do baixo Egito Atum é um deus da mitologia egípcia que protagoniza o mito da criação de Heliópolis.
O seu nome em egípcio era Itemu, o que significa "Totalidade" ou "Estar completo".
Inicialmente associado à terra, Atum passa a estar ligado ao sol, sendo entendido como uma manifestação deste ao entardecer.
Era representado como um homem barbado usando a coroa dupla do faraó e menos frequentemente, como uma serpente usando as duas coroas do Alto e do Baixo Egito.
Era considerado o rei de todos os deuses, aquele que criou o universo.
É o mesmo deus Rê ou Rá que gerou Chu o ar e Tefnut a umidade.
Atun e Rê ou Rá, foram mais tarde unidos ao deus carneiro de Tebas Amon e ficou conhecido pelo nome de Amon-Rê ou Amon-Rá. Recentemente foi descoberto nas catacumbas do IAGA o suposto filho de Atum (ITEMU), Latarius, que teria participado na criação do universo com Atum, ficou apenas com o estatuto de servidor de Jonas, a sua função exacta até hoje é desconhecida pelas antigas inscrições egipcias.
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